domingo, 26 de janeiro de 2014



NÃO ESPERO MAIS

Não espero mais
Morreram no cais
... as esperanças
... as crianças
As lembranças?
Não, não morreram as lembranças
... do que fomos
... do quanto nos amamos
Lembranças das tardes fagueiras
Daquelas crianças
... tão arteiras
... tão arteiras
E lindas
E amorosas
E dedicadas
Lembro nós dois a dar risadas
de nada
de tudo, de nada
não espero mais

não esqueço jamais

sonia delsin 

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